sábado, agosto 14, 2004

Tríade cafona e incompleta...Tríade de um

Por favor computador se aprume logo! Tenho que dizer... antes que a idéia se vá . Preciso divulgar ...

Eis uma tríade...a tríade da “purificação”...está tudo em jogo...amizade, amor, responsabilidades.

Dessa tríade emocionante, como qualquer capítulo de suas próprias vidas, nesse momento o meu fomento é o mais vil de todos: a paixão.

Emulada pelo dia dos namorados? Talvez , de fato não importa muito. Relevante é o que me move, me irrita e me intriga é essa raiva que estou sentindo de mim. Por pensar ter perdido algo puro como o primeiro amor, ingênuo, quase sublime, sutil... tanto capaz de só ter existido na minha mente- mas que me fez sorrir me fez andar, “sair da inércia”. Um quase –amor, um quase relacionamento, abraços gostosos, brincadeiras, faces coradas, um beijo à moda antiga na mão da moça apaixonada... que timidamente se retrai... não tão timidamente, talvez amedrontada por vislumbrar um possível “não platônico”, e assim um movimento brusco da mão beijada fugindo com o resto do corpo. Aonde fosse não importava sentia aquele doce vazio, da lembrança recente, que adocicava a cada instante (que maravilha !) cada instante e tornando tudo ao redor digno de um sorriso feliz ou um suspiro satisfeito.

Tão intenso quanto efêmero. Pois como doce foi o meu prazer, imagino o quanto amargo foi o seu desprazer ao ter tido minha mão roubada, por uma ladra grosseira incapaz de corresponder ao menos com um olhar!

E desse enlace sem palavras, belo pelo mistério dos sinais, dos olhares e da imaginação, perdi sem nunca ter chegado a ter... uma paixão.